Prefeitura leva serviços aos bairros Mauá e Jardim São Caetano na terceira edição do ‘Governo em Movimento’

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Fotos: Divulgação/PMSCS

O programa ‘Governo em Movimento’, da Prefeitura de São Caetano do Sul e em sua terceira edição, apresentou resultados bastante positivos no contato direto com munícipes dos bairro Mauá e Jardim São Caetano. No sábado (12/05), das 9h às 13h, foram feitos 1.003 cadastros de atendimento na escola do bairro, nas casas dos moradores e nas tendas durante a semana.

 

O ‘Governo em Movimento’ tem como principal objetivo criar um canal de comunicação direto do poder público com o munícipe, prestando informações, ouvindo opiniões e encaminhando demandas de serviços municipais. Foram 300 servidores voluntários estiveram presentes em ruas dos bairros Mauá e Jardim São Caetano. As demandas foram encaminhadas às secretarias correspondentes e terão o seu retorno nos próximos dias.

 

Em alguns casos, foram providenciados atendimentos no mesmo dia. Entrega de cestas básicas, atendimentos médicos emergenciais e recolhimento de entulhos, por exemplo, foram resolvidos na hora. O bairro também recebeu os serviços do Comando Contra as Pragas, nova ação da Prefeitura de combate ao mosquito Aedes aegypti, escorpiões e ratos.

 

“É no contato direto com a população que percebemos que as ações da Prefeitura estão gerando seus frutos. Além disso, o programa facilita o acesso do munícipe aos serviços e abre espaço para opiniões e sugestões”, diz o prefeito José Auricchio Júnior.

 

ESCOLA
O terceiro ‘Governo em Movimento’ teve, além da ida dos voluntários até os munícipes, a EMEF Ângelo Raphael Pellegrino, que abriu suas portas para uma série de atividades e serviços. Munícipes receberam aferição de pressão arterial, palestras e orientações sobre elaboração de currículo e atendimento às entidades do bairro.

 

Também na Ângelo Raphael Pellegrino foi realizado o projeto Cidadão da História. Foram homenageadas 26 pessoas, empresas e instituições dos bairros Mauá e Jardim São Caetano. Para entretenimento houve atividades esportivas e culturais, brincadeiras, jogos e apresentações de música, dança, teatro e circo na quadra esportiva, tudo gratuito.

 

Durante três dias da semana, também na escola, houve atendimento geral, aferição de pressão arterial (PA) e dextro (exame de sangue para medir a quantidade de glicose). Ao todo foram 126 atendimentos gerais, 76 aferições de PA e Dextro e 67 currículos recebidos.

MOBILITY & SHOW 2018 oferece novas tecnologias, dignidade e benefícios a pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, idosos e familiares no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais

 

Simulador 5D, óculos que leem texto para pessoas com deficiência visuais ou baixa visão, impressora 3D para próteses e a isenção de impostos para compra de carros 0KM são alguns dos vários atrativos da MOBILITY & SHOW 2018 – Exposição de Automóveis, Veículos e Adaptações, Equipamentos e Serviços para Pessoas com Deficiência e Familiares, Idosos e Pessoas com Mobilidade Reduzida e Sequelas Motoras. Em 2018, o evento será realizado em três cidades: no Rio de Janeiro nos dias 27 a 29 de julho; em São Paulo nos dias 21 a 23 de setembro; e em Belo Horizonte nos dias 23 a 25 de novembro.  

 

“Nossa prioridade é reunir as mais modernas tecnologias para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e dos seus familiares. Essa preocupação está presente em lançamentos de produtos que contribuem para a mobilidade e inclusão desses milhões de cidadãos brasileiros, que também possuem benefícios fiscais para compra de automóveis 0KM e muitas vezes desconhecem tudo isso. A função do evento nessas três capitais do país é justamente informar e empoderar essas pessoas”, explica Rodrigo Rosso, idealizador e realizador do MOBILITY & SHOW. Segundo dados da ABRIDEF (Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência), baseada no último censo do IBGE, praticamente ¼ da população brasileira tem algum tipo de deficiência, seja física, motora, sensorial ou intelectual.

 

A MOBILITY & SHOW contará com representantes dos principais segmentos do mundo automotivo. Estarão presentes mais de uma dezenas de montadoras, adaptadoras de veículos, despachantes, autoescolas, seguradoras, bancos com linhas de crédito e de financiamento, plataforma/elevadores e rampas, triciclos, cadeiras de rodas manuais e motorizadas e muito mais.

 

Os visitantes com deficiência poderão fazer test-drive em veículos adaptados com instrutores treinados e participar de uma série de atividades, incluindo apresentações e oficinas artísticas, quadra poliesportiva, apresentações musicais e outras. E tudo isso sempre com toda infraestrutura totalmente acessível, incluindo banheiros, rampas e pisos táteis. Além disso, os eventos contarão com praça de alimentação com food trucks.

 

“Pensamos em tudo para oferecer um pacote completo não só para  pessoas com deficiência e seus familiares, mas para uma imensa parcela da população que tem direito a isenção de impostos na compra do carro 0km e não sabe disso. Na mostra, os visitantes terão – de forma gratuita - todas as informações sobre os benefícios e orientação de como obtê-los”, afirma Rosso.

 

A MOBILITY & SHOW 2018 é uma organização e realização da Revista Reação e conta com apoio da ABRIDEF (Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência).

                                             

Mais informações: www.mobilityshow.com.br

 

Insônia e depressão podem contribuir para a Doença de Parkinson

  

Para especialista, interação social e exercícios cerebrais são imprescindíveis para prevenção e tratamento da patologia

 

Com o passar dos anos e, diante do envelhecimento do corpo e da mente, o ser humano se torna mais suscetível ao aparecimento de doenças neurodegenerativas. A Doença de Parkinson, por exemplo, tem na idade avançada o seu maior fator de risco. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 1 a 3% da população mundial até 65 anos é afetada pela doença. No Brasil, mais de 200 mil pessoas já foram diagnosticadas, e, de acordo com a Academia Brasileira de Neurologia, estima-se que em 2040, 8 milhões de pessoas devem ser diagnosticadas com a patologia.

A Doença de Parkinson se trata da degeneração de neurônios situados em um local do cérebro chamado de “substância negra”, responsável pela produção da dopamina que atua em toda a parte motora do indivíduo e também no equilíbrio. É essa degeneração que desencadeia os principais sintomas da patologia, conforme explica Sandra Garaude Greven, geriatra do Solar Ville Garaude. 

“Os primeiros sinais e sintomas são muito leves e se alteram muito de pessoa para pessoa. Frequentemente são diagnosticadas a insônia e a depressão como primeiros sintomas ou, até mesmo, como fator desencadeador da doença. Os quadros iniciais podem ser tremores e lentificação apenas de um lado do corpo, além da lentificação dos movimentos, enrijecimento, dificuldade na locomoção, e em alguns casos, perda de olfato, rosto sem expressão, tonturas, desequilíbrio e constipação intestinal."

Após o diagnóstico do problema, é importante ressaltar que o paciente pode e precisa realizar o tratamento e com isso, ter uma vida normal, conforme explica Cleber Duarte, neurocirurgião funcional e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. “Apesar de não ter cura, a doença de Parkinson tem tratamento. E, em geral, após o tratamento é possível ter uma vida normal e ser produtivo. Quer o tratamento seja cirúrgico ou clínico, o seu foco deve ser reabilitar o paciente e reinseri-lo na sociedade. As pessoas não podem deixar de realizar atividades físicas, cognitivas e laborais por causa do diagnóstico”, detalha.

Nesse contexto, a especialista destaca que exercícios e estimulações cerebrais, bem como atividade física e interação social são imprescindíveis tanto para o tratamento quanto para a prevenção da Doença de Parkinson. “A atividade física ajuda muito na prevenção e também no tratamento. Na parte física contribui para o fortalecimento muscular, melhora a postura, a flexibilidade dos membros e diminui a rigidez muscular”, detalha Dra. Garaude.

Para a geriatra, os exercícios cerebrais e a interação social possuem papel tão importante quanto a prática de atividade física. “Estudar uma outra língua e realizar exercícios desafiadores contribui muito para a prevenção e tratamento da doença. A convivência social também é fundamental como uma forma de manter o cérebro ativo e sadio.  Quando nos relacionamos com alguém é preciso buscar histórias, inovar no diálogo, se modificar e aprender. A relação social contribui para a melhora da depressão, que acaba piorando todos os quadros que apresentam uma deterioração do cérebro. Por isso, esse estímulo é essencial”, ressalta.

A médica afirma que o geriatra, geralmente, como o médico que acompanha o paciente, pode (e deve) realizar o diagnóstico precoce da doença, tratando todos os sistemas comprometidos com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida, bem-estar e auxiliando para que, mesmo com a Doença de Parkinson, o indivíduo possa manter uma rotina ativa e saudável.

 

 

Sabina tem primeira estação de captura de imagens de meteoros do ABC

 

Planetário aderiu à Bramon, organização voltada à pesquisa e produção de dados científicos sobre o assunto; levantamento detectou que cerca de 20 meteoros cruzam o céu de Santo André por semana

 

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Fotos: Júlio Bastos/PSA

 

Aproximadamente 20 meteoros cruzam o céu de Santo André por semana. O levantamento inédito está sendo feito pelo Planetário e Cinedome de Santo André,  localizado na Sabina Escola Parque do Conhecimento, que passou a contar com uma estação de captura de imagens de meteoros, a única no ABC. “Embora a maioria das pessoas não imagine, toneladas de meteoritos caem no nosso planeta diariamente. Os meteoros, quando chegam ao solo, são chamados de meteoritos. A maioria cai no mar, nos pólos ou nas matas, e muitos se desintegram quando entram na atmosfera. Mas é possível que alguns caiam em áreas habitadas”, explica o coordenador científico do Planetário, o astrônomo Marcos Calil.

 

Com a novidade, o Planetário de Santo André passa também a atuar como centro de estudos e pesquisas e pólo para disseminação de informações. “Até agora, ninguém mensurou a quantidade de meteoros que cortam o céu de Santo André, ou mesmo da região. Nós somos o primeiro centro de captação de imagens de meteoros do ABC”, destacou. A captura das imagens é feita por uma câmera de segurança convencional adaptada para essa função, apontada para o céu, instalada sobre o Núcleo de Observação do Céu, que fica na área externa da Sabina. As imagens captadas são enviadas diretamente para o computador equipado com o software UFO Capture, que faz foto e vídeo de objetos que possam ser meteoros.

 

Toda semana, o astrônomo seleciona as imagens e as envia para a Bramon (Brazilian Meteore Observation Network), organização a qual o Planetário aderiu para a realização desse projeto. A Bramon é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é desenvolver e operar uma rede para o monitoramento de meteoros, com o objetivo de produzir e fornecer dados científicos à comunidade através da análise de suas capturas, que são realizadas por estações de monitoramento. Existem 17 estações no estado de São Paulo, em um total de 115 estações de captura no Brasil, conectadas à Bramon.

 

As imagens enviadas para a Bramon são cruzadas com as imagens detectadas em outras estações do país, e principalmente as de Rio Claro e Campinas, que têm câmeras que fazem triangulação com Santo André. “Por meio destas pesquisas já foram descobertos novos radiantes, ponto onde se originam chuvas de meteoros. Para pesquisa em ciência isso é muito valioso,  porque através de uma imagem de meteoro é possível  descobrir sua velocidade, composição química, e origem. Se é de um cometa, se é de Marte, se é da Lua, e até a quantidade de brilho”, afirmou Marcos Calil.

 

Calil acrescenta que o software também é capaz de saber onde o meteoro caiu. E se for por perto, a equipe do Planetário pode ir buscar e encaminhar para o Observatório Nacional, que tem a capacidade para estudar o meteorito, confirmar se é verdadeiro, fornecendo inclusive um atestado de veracidade e um registro. “Se alguém achar um objeto que ele desconfia ser um meteorito e não uma rocha convencional, a pessoa pode trazer até o Planetário. Nós estamos capacitados para identificar os meteoros, diferenciando-os das rochas e pedras. E os levamos para análise, certificação e até obtenção de uma estimativa de valor”, explicou Calil.

 

Exposição – As imagens de meteoros nos céus de Santo André, obtidas pela câmera da estação de captura, serão transmitidas em vídeo na exposição “Rochas Celestes”, que estará no Planetário e Cinedome de Santo André até 28 de outubro. A mostra apresenta 14 meteoritos encontrados no Brasil e em outros continentes e responde perguntas como se um meteorito já caiu sobre uma pessoa, qual o valor de um meteorito e como observar uma chuva de meteoros.

 

Estas e outras curiosidades serão apresentadas na exposição, através de painéis e totens com fotos e vídeos relacionados a estes eventos. Também fazem parte da exposição, conteúdos sobre meteoros, asteróides e chuvas de meteoros. “O objetivo principal da exposição é a divulgação da ciência meteorítica no Brasil. Esta ciência é muito importante para entender a origem do Sistema Solar, a formação dos planetas, as extinções em massa das civilizações antigas, entre outros estudos”, afirmou o astrônomo Marcos Calil.

 

ABRAJI LANÇA CAMPANHA CONTRA VIOLÊNCIA A JORNALISTAS

 

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) acaba de lançar, no mês em que se comemora o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a campanha “Se a notícia é a violência contra jornalistas, temos um problema”. Criada pela agência Ogilvy, a campanha tem duplo objetivo: chamar a atenção para casos de violência e agressão a jornalistas durante o exercício da profissão e divulgar o Programa Tim Lopes.

Lançado pela Abraji em 2017, com financiamento da Open Society Foundations, o Programa Tim Lopes foi concebido para acompanhar as investigações sobre a morte de jornalistas e dar continuidade às reportagens que eles executavam quando foram assassinados.

Em sua primeira fase, o Programa Tim Lopes lançou o documentário “Quem matou? Quem mandou matar?”. Produzido pelo jornalista Bob Fernandes, pelo fotógrafo Bruno Miranda e pelo fotojornalista João Wainer, o filme reúne cenas inéditas de quatro reportagens publicadas pela Abraji em outubro de 2010. Elas contam as histórias dos assassinatos dos jornalistas Gleydson Carvalho, Djalma Santos, Rodrigo Neto, Walgney de Carvalho, Paulo Rocaro e Luiz Henrique ‘Tulu’, ocorridos entre 2012 e 2015 no interior de Minas Gerais, Ceará, Bahia e Mato Grosso do Sul. O trabalho revela os bastidores e os riscos de se fazer jornalismo fora dos grandes centros.

A segunda fase do projeto, já em andamento, usará uma rede de jornalistas das principais redações do país para cobrir os casos que se enquadrem no escopo do programa. A iniciativa é coordenada pela ex-presidente da Abraji, Angelina Nunes.

“A violência contra jornalistas é um sintoma, uma mostra de que nossa democracia precisa avançar muito em determinadas áreas. A Abraji espera de autoridades e da sociedade, atos concretos para garantir a segurança daqueles que promovem e asseguram a livre circulação de ideias e informações”, afirma Daniel Bramatti, presidente da Abraji.

Entre junho de 2013 e o início deste ano, a Abraji contabilizou ao menos 300 casos de agressões a jornalistas no contexto de manifestações; só em 2018 — ano eleitoral — já são no mínimo 56 os casos de agressões, hostilidades ou ameaças a comunicadores em contexto político, partidário ou eleitoral; há fortes indícios de que ao menos um jornalista foi assassinado em retaliação a seu trabalho profissional este ano.

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), por sua vez, informa que 41 jornalistas foram assassinados no Brasil entre 1992 e 2018 por motivações relacionadas ao seu trabalho. No Ranking da Liberdade de Imprensa 2018, organizado pela Repórteres Sem Fronteiras, o Brasil ficou na 102ª posição entre os 180 países avaliados. Segundo a organização ARTIGO 19, foram 27 as violações graves contra comunicadores no Brasil em 2017, incluindo dois homicídios. Desde que a ONG começou o monitoramento, há seis anos, foram 177 violações, sendo 24 os homicídios.

Concurso Miss e Mister Terceira Idade São Caetano tem inscrições abertas

 

Celebrando a beleza da vida depois dos 60, o tradicional concurso Miss e Mister Terceira Idade São Caetano está com as inscrições abertas até o dia 01/06. A edição 2018 terá o tema “Discoteca”, com os clássicos que marcaram os anos 1970 e 1980. O concurso será no dia 19 de agosto, às 19h, no Cise (Centro Integrado de Saúde e Educação da Terceira Idade) João Nicolau Braido. O evento é uma realização da Comtid (Coordenadoria Municipal da Terceira Idade), vinculada à Secretaria de Saúde de São Caetano do Sul.

 

Poderão concorrer aos títulos de beleza pessoas com 60 anos de idade ou mais, residentes de São Caetano do Sul e matriculadas em um dos quatro Cises do município, no Clubinho (Centro de Integração Educacional Comunitário Benedicto Djalma Castro) ou na UniMais (Universidade Aberta para Terceira Idade, no campus Barcelona da USCS).  Basta levar a carteirinha do Cise a um desses postos de inscrição.o serão aceitas inscrições dos Misters e Misses Terceira Idade anos 2015, 2016 e 2017.

 

ENSAIOS

Os ensaios artísticos terão início em 19 de junho, no Cise João Nicolau Braido, às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h. No primeiro encontro será entregue o regulamento de participação. Além da Miss e do Mister São Caetano, também serão selecionados o Primeiro e Segundo Príncipes e Princesas e, ainda, a Miss e o Mister Simpatia. Os vencedores representarão o município no Concurso Miss e Mister Terceira Idade do Estado de São Paulo 2018.

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